Advogado sentado em escritório moderno utilizando smartphone para enviar pesquisa de satisfação pelo WhatsApp
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Durante anos trabalhando em comunicação digital e atendimento automatizado, percebi uma verdade que não muda: o WhatsApp se tornou o canal favorito não só para falar com amigos, mas também para negócios. Advogados, apesar de toda formalidade típica do setor, entraram de vez nessa lógica, usando o aplicativo para atender clientes e captar oportunidades. Mas será que dá para medir a satisfação desse novo jeito?

Por que aplicar pesquisa de satisfação pelo WhatsApp faz sentido para advogados?

Se tem algo que aprendi, é que a rotina jurídica corre contra o tempo. Escritórios e profissionais autônomos, diariamente, lidam com processos, prazos e clientes ansiosos por respostas rápidas. Uma boa pesquisa de satisfação permite descobrir falhas (ou acertos) no atendimento sem atrapalhar essa rotina tão corrida.

Foi quando encontrei o estudo do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho da USP apontando o WhatsApp como principal ferramenta para comunicação no mundo do trabalho no Brasil que me dei conta: pesquisar clientes por ali não só é possível, como esperado.

Os clientes querem praticidade. O WhatsApp entrega isso na palma da mão.

Plataformas como a Rivvo perceberam rapidamente essa demanda e integraram, em seus sistemas de automação de vendas e atendimento, a possibilidade de realizar pesquisas diretas pelo WhatsApp. Isso agiliza a coleta de feedback e já prepara profissionais para ajustar processos em tempo real.

Como funciona uma pesquisa de satisfação pelo WhatsApp?

Basicamente, a pesquisa chega na conversa do cliente como qualquer outra mensagem. Pode ser um texto, um link ou até um formulário simples. Algumas automações – como as da Rivvo – disparam essas mensagens de forma organizada e coletam as respostas automaticamente.

  • O advogado conclui um atendimento ou processo;
  • O sistema agenda o envio de uma mensagem pelo WhatsApp;
  • O cliente responde escolhendo opções pré-definidas, montando um comentário ou avaliando a experiência com emojis, estrelas, etc.;
  • A plataforma compila os dados e gera relatórios, facilitando a análise pelas equipes.
Advogado olhando mensagem de pesquisa de satisfação no WhatsApp

Já vi escritórios implementarem esse processo manualmente, mas rapidamente notam que automatizar com inteligência artificial, como propõe a Rivvo, economiza tempo – e diminui o risco de esquecer algum cliente sem resposta.

Quais perguntas usar em pesquisas de satisfação para clientes jurídicos?

Confesso que escolher as perguntas certas é bem mais difícil do que parece. No universo jurídico, privacidade e objetividade importam muito. Não dá pra ser invasivo ou perguntar sobre temas confidenciais.

Algumas sugestões que vi funcionarem bem:

  • Como você avalia a clareza das informações fornecidas sobre seu caso?
  • O atendimento ocorreu dentro do prazo esperado?
  • Você recomendaria nosso escritório para amigos ou familiares?
  • O que podemos melhorar no nosso atendimento?
O segredo está em usar perguntas diretas e que não exijam longas respostas. No WhatsApp, quanto mais simples, maior a chance de retorno.

Quais cuidados tomar ao enviar pesquisas de satisfação pelo WhatsApp?

O ambiente digital é prático, mas tem suas armadilhas. Lembro de um caso em que o cliente achou estranho receber uma pesquisa sem ter dado permissão. O resultado foi quase desastroso para a imagem do escritório.

Por isso, indico seguir algumas etapas:

  1. Avise de antemão que a pesquisa será enviada após o atendimento;
  2. Mantenha o tom da mensagem condizente com o relacionamento já estabelecido;
  3. Garanta que o envio seja seguro e confidencial;
  4. Deixe claro que a participação é voluntária e que não haverá cobrança ou divulgação pública das respostas.

Cito aqui a análise da professora Roseli Fígaro sobre como o universo digital ainda exige avanços regulatórios e preocupações éticas. No direito, isso pesa ainda mais: a ética profissional é inegociável.

Como automatizar pesquisas de satisfação juridicamente seguras?

Quando escrevo sobre automação, falo por quem já tentou, errou e melhorou ao longo do tempo. No direito, uma plataforma como a Rivvo ajuda a encaixar a pesquisa de satisfação no fluxo de atendimento, sem deixar furos, e ainda ajuda a respeitar a LGPD – coisa que poucos advogados param para pensar na correria do dia a dia.

Automatizando, você:

  • Evita esquecimentos;
  • Reduz a interferência do fator humano;
  • Garante a padronização da experiência do cliente;
  • Melhora a quantidade e qualidade das respostas.
Pesquisa automática é prática, rápida e aumenta sua reputação no mercado jurídico.

Como analisar os resultados e trazer impacto real?

De nada adianta colher dados sem agir sobre eles. Essa parte, acredite, vejo muita gente ignorar por puro descuido – ou por receio de ouvir críticas.

Com relatórios bem organizados (inclusive os automáticos da Rivvo), fica fácil identificar padrões de elogios e reclamações. Assim, decisões sobre mudanças de processo, capacitação do time ou até ajustes na abordagem comercial ficam embasadas e menos sujeitas ao achismo.

Em algumas experiências minhas, alterar um atendimento recorrente que tinha avaliação mediana fez a nota geral dos serviços crescer quase 30%. Não é sorte, é repetição, análise e melhoria contínua.

Gráfico de respostas a pesquisa de satisfação jurídica no WhatsApp

Qual o impacto para o escritório e como agir agora?

Advogados que coletam feedback constante pelo WhatsApp detectam cedo ruídos de comunicação, clientes insatisfeitos ou potenciais defensores do escritório. Diferente do que muita gente imagina, isso afeta diretamente os índices de indicação e fidelização. Quer mais ideias e argumentos? O Leonardo, que escreve temas parecidos, detalha bastante sobre atendimento digital em seu blog.

É comum as melhores ideias surgirem ao ver relatos e tendências em canais como a área de digital ou a seção mais focada em marketing, sempre com novidades relevantes. Até mesmo um giro rápido pela categoria blog pode abrir a mente para soluções inovadoras que funcionam na prática. E nisto, poucas plataformas conseguem integrar tudo como a Rivvo, desde o contato inicial até o pós-atendimento estruturado.

Quer saber mais estratégias? Acesse nosso conteúdo sobre transformar atendimento jurídico em vantagem competitiva em transformação digital para advogados e prepare sua equipe para o novo momento do mercado.

Conclusão

No fundo, aplicar pesquisa de satisfação via WhatsApp para advogados é menos sobre tecnologia e mais sobre atenção ao cliente. A simplicidade do canal, somada à automação, permite agir rapidamente e construir relacionamentos sólidos, essenciais na advocacia.

Quem escuta o cliente, cresce. Simples assim.

Se você quer evoluir seu atendimento, experimente soluções completas como a Rivvo integrando pesquisa, automação e inteligência comercial. Ficou com dúvidas ou quer saber mais como melhorar o atendimento da sua empresa? Acesse rivvo.tech e conheça nossa solução.

Perguntas frequentes

Como funciona pesquisa de satisfação no WhatsApp?

A pesquisa de satisfação pelo WhatsApp é enviada ao cliente como mensagem após o serviço ou atendimento. O cliente responde por texto, múltipla escolha ou sistema de avaliação simples (como estrelas ou emojis). A coleta pode ser manual ou automática, e os dados ficam disponíveis para análise rápida pelo advogado.

Quais perguntas usar na pesquisa para advogados?

Algumas boas perguntas são: "Como avalia a clareza das informações?", "O atendimento foi no prazo?", "Indicaria nosso escritório?" e "O que podemos melhorar?". Evite perguntas extensas e respeite a privacidade do cliente, sempre focando em aspectos do atendimento.

Vale a pena usar WhatsApp para pesquisa?

Sim, vale muito a pena porque o WhatsApp é ágil, popular e está no dia a dia dos clientes, aumentando o índice de respostas. Além disso, diminui a barreira formal e cria proximidade entre escritório e cliente. Ferramentas como a Rivvo potencializam ainda mais essa estratégia.

Como enviar pesquisas pelo WhatsApp facilmente?

A forma mais prática é recorrendo a plataformas como a Rivvo, que automatizam o envio pós-atendimento. Outra opção envolve mensagens manuais, mas exige controle sistemático. Lembre sempre de pedir permissão e explicar o motivo da pesquisa ao cliente.

É seguro aplicar pesquisa para clientes jurídicos?

Sim, desde que siga boas práticas de privacidade e proteção de dados, respeitando a confidencialidade e a LGPD. Use sistemas confiáveis, informe ao cliente sobre o tratamento das informações e evite questionamentos sensíveis ou fora do escopo do atendimento, para garantir a segurança jurídica de ambos.

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Paola Monteiro

Sobre o Autor

Paola Monteiro

Paola Monteiro é Advogada, especialista em Prática Trabalhista e Previdenciária pela UNISC. Possui atuação voltada à advocacia e ao aprimoramento da gestão de atendimento ao cliente em escritórios de Advocacia, unindo prática profissional e uso consciente da tecnologia. É Conselheira da OAB – Subseção de Santa Maria, atuando na fiscalização do exercício profissional e nos debates relacionados ao Código de Ética da Advocacia, além de ser membro da Comissão de Seguridade Social da OAB/RS. Atua com foco na organização de fluxos de trabalho, padronização do atendimento e estruturação de rotinas que fortalecem a relação entre escritório e cliente.

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